O resíduo que hoje custa caro para descartar pode ser combustível. Nós fazemos essa conversão: CDR industrial, agrícola e urbano vira gás energético dentro do reator de Leito Fluidizado Circulante.
Em uma configuração de referência, uma planta alimentada com cerca de 50 t/dia pode produzir gás para geração elétrica equivalente ao consumo de aproximadamente 4.000 residências. O resultado varia com o resíduo, a umidade, o poder calorífico e a eficiência do sistema.
Estimativas recentes apontam entre 77 e 82 milhões de toneladas geradas por ano. Grande parte ainda termina em aterro ou em destinação inadequada — caminhos que custam caro, têm prazo de validade e mantêm o resíduo dentro da conta do gerador. A pergunta que a Catavolts faz é simples: e se, em vez de um lugar para o lixo, a gente desse a ele um novo destino?
Tarifa de aterro, transporte e destinação viram uma linha fixa e crescente no seu orçamento — todo mês, para sempre.
Destinação inadequada, ou feita sem a documentação e a rastreabilidade necessárias, pode manter riscos ambientais, regulatórios e reputacionais para o gerador. A Política Nacional de Resíduos Sólidos distribui responsabilidades por toda a cadeia.
Capacidade esgotando e metas de redução apertando. Quem não tiver destinação alternativa vai pagar mais caro — ou parar.
Você paga para se livrar do resíduo e paga de novo pela energia. São dois custos que poderiam ser um só ativo.
CDR é o resíduo separado, preparado e transformado em combustível com poder calorífico aproveitável. A Catavolts trabalha com as três grandes origens — e o reator LFC aceita as três, inclusive misturadas.
Rejeitos de processo, borras, aparas, plásticos e embalagens que hoje saem da fábrica como custo. Volume constante, previsível e com alto poder calorífico — o insumo mais eficiente do reator.
Bagaço, palha, casca, poda e resíduo de beneficiamento. Biomassa renovável que já está na porta da usina — em vez de virar custo de manejo, alimenta a própria operação.
A fração seca do resíduo sólido urbano coletado nas cidades. É o que hoje ocupa o aterro do município — e o que pode virar energia elétrica para o próprio município.
Uma sequência integrada prepara o material, conduz a conversão no LFC e direciona o gás obtido para geração de energia.
O resíduo chega, é classificado e preparado como CDR na granulometria e umidade certas para o reator.
O leito de areia é fluidizado por ar em alta velocidade, criando um meio uniforme que envolve todo o material.
As partículas circulam continuamente pelo reator, garantindo troca térmica homogênea e conversão de carbono acima de 95% em condições de projeto.
O gás combustível gerado é limpo e direcionado a geradores, caldeiras ou processos térmicos.
A circulação contínua do leito é o que diferencia a tecnologia: temperatura estável, contato total entre gás e sólido e tolerância a matérias-primas que outros reatores rejeitam.
Acima de 95% em condições de projeto e com combustível especificado. O número de cada planta é confirmado no ensaio da amostra do cliente.
Maior aproveitamento energético: o gás vai direto ao processo, sem as perdas de resfriamento e limpeza.
Conversão em eletricidade sujeita às perdas de limpeza, resfriamento e motogeração — dimensionada caso a caso.
Sua linha de produção já gera o insumo. Em vez de pagar transporte e aterro todo mês, o rejeito passa a alimentar a própria energia da planta.
A fração seca do RSU vira energia elétrica para o município. Menos volume aterrado, menos custo de destinação e um projeto que a população entende.
Bagaço, casca, palha e poda já estão na sua propriedade. O LFC aceita variação de umidade e granulometria — o que outros reatores não toleram.
Em 1 minuto e 15 segundos você entende exatamente o que a Catavolts faz — e por que uma nova possibilidade já se acendeu.
Não. Na incineração o resíduo é queimado com excesso de ar e o produto final é calor e cinza. Na gaseificação o resíduo é convertido em gás combustível em ambiente controlado e com pouco oxigênio. O gás é o produto — ele pode ser limpo, armazenado e usado em geradores, caldeiras ou processos térmicos.
CDR de origem industrial, agrícola e urbana, inclusive misturados — sujeito à caracterização, preparação e aprovação técnica de cada composição. É a flexibilidade de matéria-prima que diferencia o Leito Fluidizado Circulante: ele tolera variação de umidade, granulometria e poder calorífico que outros reatores rejeitam. Ainda assim, teor de cloro, metais, cinzas, contaminantes e poder calorífico podem exigir pré-tratamento ou inviabilizar determinado resíduo.
Depende do tipo de resíduo e do uso pretendido do gás. Como referência de projeto: uma planta alimentada com cerca de 50 t/dia pode gerar gás para eletricidade equivalente ao consumo de aproximadamente 4.000 residências — número que varia com umidade, poder calorífico e eficiência do conjunto. Envie o tipo e o volume estimado que a nossa engenharia devolve um dimensionamento com memória de cálculo.
Não. O gaseificador de Leito Fluidizado Circulante da Catavolts é tecnologia brasileira, desenvolvida no país. Isso significa engenharia, suporte, peças e evolução do projeto sem depender de câmbio ou de fila de fornecedor no exterior.
Pelo formulário desta página. Você informa o tipo de resíduo, o volume estimado e o objetivo. A partir daí nossa equipe técnica avalia a viabilidade e retorna com um diagnóstico — sem compromisso.
Conte para a nossa engenharia o tipo e o volume do seu resíduo. Devolvemos uma avaliação técnica de viabilidade — sem custo e sem compromisso.