Nenhuma rota térmica elimina 100% da massa. O que ela faz é reduzir drasticamente o volume e concentrar a fração inorgânica em uma corrente pequena e gerenciável — que ainda assim precisa de destinação adequada.
A classificação segue a ABNT NBR 10004, a partir de ensaios de lixiviação e solubilização. O resultado define se a cinza pode ter uso secundário, se vai para aterro classe II ou se exige destinação de resíduo perigoso — e essa diferença muda bastante o custo operacional.
Tudo. Teor de cinzas e metais no CDR determina o volume e a classificação do que sai. Separar inertes e metais na linha de preparação reduz simultaneamente o desgaste do reator e o custo de destinação das cinzas.
Nem toda planta gera efluente líquido. Quando a rota escolhida usa lavagem úmida na limpeza do gás, surge uma corrente com particulado e compostos orgânicos que precisa de tratamento e destinação próprios. Sistemas de limpeza a seco evitam esse efluente, ao custo de outra configuração de equipamento.
| Corrente | Destino típico | Depende de |
|---|---|---|
| Cinza de fundo | Aterro classe II ou uso secundário | Ensaio de classificação |
| Cinza volante | Destinação conforme classificação | Concentração de metais |
| Efluente de lavagem | Tratamento antes do descarte | Tipo de limpeza adotada |
A pergunta que revela um projeto bem feito: quantas toneladas por mês ainda vão para aterro depois da planta operando?
Essa resposta deve estar na memória de cálculo do dimensionamento, junto com a estimativa de custo de destinação. É parte do balanço que sustenta o retorno do projeto.
Conte o tipo, o volume e o município. Nossa engenharia devolve uma avaliação técnica de viabilidade — sem custo e sem compromisso.